Estudar no Reino Unido é oportunidade para aumentar o repertório cultural

Lisandra Matias – Jornalista

Cursos superiores têm ênfase na prática e articulação com o mercado de trabalho; profissional que estudou no país conta as vantagens da experiência

Conquistar o diploma de uma universidade do Reino Unido valoriza o currículo do estudante e pode aumentar a sua empregabilidade no futuro. As universidades britânicas estão entre as melhores do mundo, e sua excelência é reconhecida internacionalmente. Mas, a construção de uma carreira de sucesso vai além da obtenção de um grau acadêmico, e o estudante brasileiro pode aproveitar o período na Europa para incrementar o seu repertório cultural.

“A formação da pessoa, do profissional e do cidadão global também está muito ligada à bagagem de conhecimentos que ele adquire ao longo da sua vida. Ao cursar uma graduação ou pós-graduação na Europa, o estudante estará em um dos mais importantes berços mundiais de diversas culturas”, diz Raimundo Sousa, diretor internacional da OK Student, empresa de consultoria para estudantes brasileiros que querem ingressar em uma universidade no Reino Unido.

Constituída por 47 nações, a Europa reúne diferentes tradições, línguas e estilos de vida. Algumas de suas capitais, como Londres, Paris, Madri, Berlim, Praga e Viena, estão entre as principais cidades do mundo e são importantes centros difusores de cultura.

Em relação às artes, há impressionantes construções milenares e arquitetura futurística, museus que guardam tesouros artísticos e históricos e os mais emblemáticos festivais de teatro, música, dança e cinema. “Uma das mais antigas óperas do mundo fica na Europa. É o Teatro Real de San Carlo, em Nápoles, que ficou pronto em 1737. No outro extremo, temos uma das mais modernas casas de ópera, a Staatsoper unter den Linden, em Berlim, reconstruída recentemente”, exemplifica Sousa. “Há, ainda, muitos locais dedicados às ciências, como o Deutsches Museum de Munique, um dos maiores museus

técnicos do mundo”.

Além da efervescência artística e cultural, o diretor destaca que o continente europeu também é reconhecido por ser altamente criativo e gerador de ideias. “Foi um europeu quem primeiro imaginou que era impossível que a Terra fosse um disco plano, e isso ainda na Grécia Antiga. A impressão tipográfica foi inventada lá, como também a pizza, o computador, o natal, o automóvel, o cinema, a psicanálise, a narcose, a penicilina, o futebol e o feminismo. Isso tudo se deve a um intenso ímpeto por mudança, ousando ir mais longe e pensar muito além das limitações da própria existência”.

Sousa lembra que todo esse patrimônio material e imaterial da humanidade está ao alcance do estudante internacional, já que ele pode ter um trabalho part-time e, com seus próprios recursos, visitar toda a Europa. “As passagens aéreas são mais baratas quando comparadas aos preços praticados no Brasil. Os trens excelentes que cruzam toda a Europa também oferecem passes especiais para estudantes, e há opções seguras e acessíveis de alojamento para jovens. Enfim, estudar no Reino Unido abre um mundo de oportunidades. O diploma será um simples bônus dessa experiência incrível”.


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