Empresas e instituições estão cada vez mais em busca de talentos nas áreas de saúde e tecnologia

Com a pandemia do coronavírus, pôde se observar que, profissionais da saúde, principalmente da linha de frente, como médicos intensivistas, enfermeiros e técnicos de enfermagem, são mão de obra essencial e estão escassos em várias cidades brasileiras e também em muitos países.

Pesquisadores e farmacêuticos, responsáveis por descobrir e desenvolver novas tecnologias aliadas à saúde, também estão em destaque nesse momento, por sua relevância e velocidade em formular novas possibilidades de cura e controle de doenças. Ou seja, carreiras ligadas à saúde ainda estão no topo das demandas mundiais e profissionais dessa área estão sendo buscados e valorizados em todo mundo. 

Outra área em ascensão é a de tecnologia. Cyber Security, especialistas em Cloud, Data Science e Segurança Digital, desenvolvedores Web e de Games são profissões em alta e com remuneração elevada, visto a escassez de bons profissionais.

Se você ainda está em dúvidas sobre seu futuro profissional, entre em contato com a OK Student para que um de nossos consultores possa avaliar todas as possibilidades de carreira para você, com cursos disponíveis nas mais diversificadas universidades do Reino Unido.

Tatiana Castro – Consultora Acadêmica Sênior da Ok Student
19/06/2020

O ser humano se expressa e se comunica por desenhos há 30 mil anos, por isso, David Hockney argumenta que ensinar artes é ensinar a olhar o mundo, pois mais do que aprender sobre técnicas, estudar artes é compreender os aspectos históricos, filosóficos e políticos e desenvolver o pensamento crítico.

No geral, o termo Fine Arts refere-se às Belas Artes e contempla a pintura, desenho e escultura que são criadas e admiradas como forma de expressão artística, sem função prática. Contudo, a área tem se diversificado bastante ao longo da história humana e os departamentos de Artes contemplam cursos de História da Arte, Artes Cênicas, Cinema, Teatro, Televisão, Design, Arquitetura, Fotografia, Escrita Criativa, Moda, Ourivesaria, dentre outros.

Além disso, a grade curricular dos cursos nas universidades inglesas varia bastante de universidade para universidade, podendo ter uma ênfase maior na parte teórica (curadoria, análise crítica e interdisciplinar) ou prática.

Pode ainda ser multidisciplinar, contemplando diversas técnicas ou expressões, ou ser direcionado para uma específica, os chamados cursos vocacionais, como por exemplo: BA Fine Art: Drawing; BA Fine Art: Sculpture; BA Fine Art: Painting; BA Fine Art: Computational Arts; BA Fine Art Photography.

Carreira

Além da carreira de artista propriamente dita, a formação superior em artes possibilita seguir uma infinidade de caminhos profissionais na indústria criativa e do entretenimento, tais como em Curadoria, Educação, Produção Cultural, Produção Têxtil, Comunicação, Setor de Lazer e Cultura no geral.

Dessa forma, é importante pesquisar o relacionamento da instituição com a indústria de interesse do estudante, uma vez que, a fim de facilitar a realização de estágios e ingresso no mercado de trabalho, as universidades na Inglaterra possuem parcerias com galerias, museus, conselhos, institutos, centros de artes e tecnologia, coletivos, empresas de entretenimento, entre outros.

Requisitos de Ingresso e Portfólio

Além dos requisitos regulares (média e nível de inglês), para se candidatar a um curso da área de Artes na maior parte das vezes é necessária a apresentação de um portfólio. É recomendado também enviar imagens dos rascunhos que possam demonstrar como é o processo por trás do trabalho pronto, com o objetivo de mostrar como suas ideias se desenvolvem.

Para cursos de Fine Arts geral, o portfólio deverá ser composto por diversos tipos de técnicas, mas se é um curso vocacional, o portfólio deverá ser elaborado na técnica escolhida pelo estudante. Já cursos de Arts and Design, elementos da área deverão ser contemplados, como por exemplo, objetos 3D e uso de computação gráfica. Para Artes Cênicas, os candidatos poderão ser convidados a participar de uma audição individual ou em grupo. Por sua vez, cursos de Escrita Criativa poderão exigir a apresentação de textos que demonstrem as habilidades e trabalho do candidato.

Outra dica importante é demonstrar interesse pela arte e design contemporâneos enviando junto ao portfólio, evidências de exposições que tenha visitado e suas opiniões sobre elas. Algumas universidades também entrevistam os candidatos, a fim de compreender o trabalho apresentado no portfólio, por isso é importante que o estudante esteja preparado. Um bom portfólio e uma boa entrevista são tão importantes que poderão compensar um perfil acadêmico considerado insuficiente a princípio, tais como nota e nível de inglês. Por isso, se você está interessado em estudar Artes no Reino Unido, dedicação e capricho na criação do seu portfólio são essenciais!


A Ok Student pode orientá-lo em todo esse processo, através de uma consultoria acadêmica completa, que leva em conta sua realidade, objetivos e interesses para encontrar o curso, universidade e cidade ideais para você! Tratamos também de toda a parte burocrática para que você não precise se preocupar com nada, além de ter uma experiência incrível no Reino Unido!

Mariana Calbucci – Consultora Acadêmica Sênior da Ok Student
19/06/2020

No Reino Unido, existe uma ampla variedade de cursos no setor esportivo, relacionados à saúde física, nutrição, psicologia, educação, administração, treinamento, até combinações mais inusitadas, como matemática, cinema, geografia e jornalismo. É possível encontrar inclusive estudos em esportes específicos, como golfe, futebol e esportes de “aventura”, como escalada, surf, canoagem, entre muitos outros!

O Reino Unido conta com 84 universidades de excelência acadêmica que possuem cursos da área. Muitas delas contam com instalações esportivas altamente tecnológicas para ensino e pesquisa. Os alunos participam de experimentos, colaboram através dos seus estudos e ainda se exercitam, mantendo a sua saúde.

Vale lembrar que a paixão dos brasileiros, o futebol, foi criado no Reino Unido. Jogos similares eram muito comuns na Idade Média nas ilhas britânicas. E foi justamente a presença britânica em outros países que popularizou este esporte. Lá também foram inventados o tênis, o golfe, o rugby, entre outros.

Na cidade de Liverpool está o maior time de futebol do Reino Unido e em sua universidade, o mestrado de futebol mais renomado do mundo. É o primeiro e único mestrado sobre a indústria do futebol . Se você quer trabalhar na indústria global do futebol, este é um ótimo caminho!

O esporte é um negócio global em rápida expansão! Quem se concentra nos negócios da área, encontra oportunidades em diversos campos em âmbito internacional, além de abranger perspectivas de impactos sociais e culturais muito significativos. Vemos a importância do esporte comunitário, através da educação e das possibilidades de transformar a vida de pessoas em vulnerabilidade social.

É também essencial para o desenvolvimento pessoal, sendo que o exercício físico é apontado como uma das formas não farmacológicas de se prevenir doenças, reduzir sintomas e melhorar a qualidade de vida como um todo, além de desenvolver a aprendizagem e regular as emoções.


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Mariana Calbucci – Consultora Acadêmica Sênior da Ok Student
19/06/2020

O primeiro curso de Relações Internacionais do mundo surgiu em 1919, no Reino Unido, País de Gales, muito conectado com o final da primeira guerra mundial, quando a necessidade de se estabelecer tratados e acordos entre os países, tornou-se uma necessidade urgente.

Até então, os assuntos relacionados com a interação entre os países, eram discutidos por outras áreas do conhecimento, como direito, economia e ciências sociais, especialmente por diplomatas e soldados.

Com a importância de haver especialistas teóricos para a administração dos conflitos e com a intenção primordial de se estabelecer a paz mundial, nasce um novo profissional, estudante de um currículo multidisciplinar e abrangente, incluindo matérias como história, política, filosofia, geografia, estatística e administração.

Depois de muitas mudanças na sociedade, com reflexões acerca do ser humano e seus direitos, tanto a disciplina como o mercado de trabalho, passam a ser transformados e ampliados a outros campos e demandas, envolvendo questões éticas e morais. O profissional então, encontra o seu lugar em ONG’s, cargos públicos, consultoria e planejamento de instituições privadas, dentre outros.

Atualmente, existem 10 universidades de excelência acadêmica no Reino Unido de reconhecimento mundial, que oferecem Relações internacionais com especializações diversas, associadas a criminologia, literatura, música, dança, moda, cinema, estudos bíblicos, dentre outros. Existem cursos mais voltados para estudos sociais enquanto outros se focam mais em estudos estatísticos e científicos.

Geralmente, é integrado ao departamento de política ou história. Mas na London School of Economics and Political Science (LSE), encontra-se também no departamento de sociologia, no qual envolve debates contemporâneos na interseção entre desigualdade, migração, ecologia urbana e mudanças climáticas, entre outros.

Nos cursos de Relações Internacionais é possível eleger matérias optativas para compor os seus estudos e torná-los ainda mais personalizados aos seus objetivos. Vale se dedicar também à possibilidade de ingressar em um curso, que te dê a chance de estudar o terceiro ano em outro país – para essa conquista, é necessário que o aluno se esforce para atingir notas exemplares durante os dois primeiros anos. Este formato de curso, com o placement year, não é exclusivo para Relações internacionais, mas é uma vantagem que agrega muito valor para o profissional desta área.

Se você decidiu estudar Relações Internacionais, independente da área que tenha se identificado, encontrará muitas oportunidades profissionais. Uma dica valiosa para que tenha sucesso em sua carreira, vai além dos estudos teóricos. É, portanto, a sua experiência prática! Procure viver em outro país, participar de trabalhos voluntários, conhecer realidades socioeconômicas diversas, fazer amizade com pessoas de outras culturas, aprender idiomas e se aventurar!

O Reino Unido pelas suas características apresenta-se como o país ideal para o estudante que pretende ingressar em Relações Internacionais. A população acadêmica apresenta uma riquíssima diversidade cultural – cerca de 500.000 estudantes oriundos de mais de 190 países estudam anualmente no país. Além disso estudar no Reino Unido te dá a possibilidade de adquirir uma fluência nativa na língua inglesa, a língua oficial das relações internacionais, o que será fundamental para a sua carreira.

O curso de Relações Internacionais irá prepará-lo para entender como articular negociações, administrar suas decisões e considerar outras opiniões além das suas. Assim, poderá colaborar com o objetivo original, que é estabelecer a paz, o entendimento e a harmonia global, para uma sociedade mais integrada e inter-relacionada.


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Lisandra Matias – Jornalista
19/06/2020

Para fazer uma graduação no Brasil ou no exterior, estudante precisa identificar suas características pessoais, valores e interesses e conhecer os cursos disponíveis

Com centenas de opções de cursos superiores, como escolher o melhor para você? A definição de uma graduação, que levará a uma carreira profissional, é um dos maiores desafios na vida de um estudante. Afinal, é uma decisão que vai determinar, de certa maneira, como será a sua rotina nos próximos anos e também um estilo de vida. Por isso, é importante valorizar esse momento de reflexão e fazer uma escolha bem consciente.

Quem sou eu?

Um dos primeiros passos para isso é realizar um exercício de autoconhecimento. “Os valores, interesses, habilidades e aptidões de uma pessoa, alinhados ao seu tipo de personalidade, tornam algumas profissões adequadas e outras não”, diz Raimundo Sousa, Diretor da OK Student Brasil, empresa de consultoria para brasileiros que querem ingressar numa universidade no Reino Unido, que também oferece orientação acadêmica.

Para facilitar essa reflexão e coletar informações sobre o seu perfil, as ferramentas de autoavaliação e os teste vocacionais e de aptidão profissional podem ser bons aliados. Ao final do exercício, eles indicarão uma lista de profissões, com base nas respostas dadas.

Além dessa lista, vale conhecer outras opções. Podem ser carreiras sobre as quais você tenha pouco conhecimento e deseje saber mais. Inclua também profissões que sejam desconhecidas, pois poderá aprender algo inesperado. Você pode fazer essa pesquisa em sites especializados em vestibulares ou nos sites de grandes instituições de ensino.

Conhecendo as profissões

Após toda essa pesquisa inicial, tente restringir sua lista para algo em torno de dez a vinte opções. O passo seguinte é obter as informações básicas sobre cada uma delas, como a descrição de funções e requisitos educacionais. “Pesquise as perspectivas futuras da profissão, pois algumas correm o risco de desaparecer ou perder relevância. Use dados oficiais do mercado de trabalho para obter informações sobre salários e perspectivas de emprego”, orienta Sousa.

Com essas informações, será possível restringir sua lista ainda mais, com a eliminação das carreiras que não deseja seguir adiante. A ideia é que você fique com duas a cinco opções “finalistas”. “Remova todas as profissões que tenham tarefas que não lhe agradam, elimine profissões com perspectivas baixas de emprego ou se não tiver algumas das habilidades necessárias para ter sucesso nela”, sugere o diretor.

Refinando a lista

Ao chegar nessas profissões “finalistas”, é hora de se aprofundar ainda mais sobre elas. Uma dica é entrevistar profissionais da área que você está interessado. Eles podem fornecer informações mais detalhadas sobre essas profissões, bem como sobre o dia a dia de trabalho. O contato com eles pode ser por meio de alguém da família ou de amigos. Outra alternativa é procurar esses profissionais em redes como LinkedIn.

Finalmente, depois de toda essa pesquisa, você provavelmente estará pronto para fazer sua escolha. Opte pela profissão que você acredita trazer mais satisfação com base em todas as informações coletadas. De acordo com Sousa, é sempre bom ter em mente também que você poderá mudar a sua decisão a qualquer momento, pois não deverá continuar fazendo algo que não lhe agrade. “Fazer o que se gosta representa 50% de chances de você ser bem-sucedido.”

Escolhendo o curso no exterior

Uma vez definido o curso, como transpor essa decisão para o universo das opções de graduação no exterior? No Reino Unido, por exemplo, se você quiser fazer uma graduação em Matemática, encontrará cerca de 1.500 opções de cursos. Só para você ter uma ideia, algumas delas são: Business and Mathematics, Mathematics with Economics, Mathematics and Computer Science, Education and Mathematics, Mathematics and Statistics e Mathematics and Physics. Aí será necessário combinar novamente os seus propósitos com as especificidades de cada graduação. Uma consultoria acadêmica pode ajudar nessa tarefa. “Profissionais especializados podem auxiliar o estudante a encontrar o curso perfeito que case com os objetivos e sonhos de cada um”, finaliza Sousa.

Manoel Botelho – Consultor Acadêmico Sênior da OK Student
28/05/2020

Que tipo de formação é necessária pra ser um engenheiro ou uma engenheira? Qual a melhor opção de curso? E como seria ser formado em engenharia na Inglaterra? Se até mesmo aqui no Brasil temos muitas questões a analisar, imagine então uma graduação na terra da rainha Elizabeth.

O Reino Unido valoriza tanto o estudo das engenharias que um dos maiores prêmios que se pode receber de reconhecimento mundial na área é o Queen Elizabeth Prize for Engineering. Então, pode-se notar que se você está pensando em fazer engenharia no Reino Unido com certeza não irá se decepcionar!

A escolha de um curso passa por diversas questões, são inúmeras possibilidades na área de engenharia na Inglaterra, como eletrônica, biomédica, civil, automotiva, aeroespacial, aeronáutica e tantas outras inusitadas, às vezes, a gente nem imagina. Além disso existem algumas siglas, essas letrinhas, que vêm junto com o nome que muitas vezes causam confusão: BSc, BEng e MEng. O que estas siglas fazem de diferenças na minha formação de engenheiro?

Estas diferentes siglas aparecem em todos os cursos do Reino Unido, mas especificamente para Engenharia, o que precisamos saber? Primeiramente o que cada uma destas siglas significa: BSc é Bachelor of Science, BEng é Bachelor of Engineering, e MEng Master of Engineering. E aí qual a diferença entre um BSc Engineering e um BEng, por exemplo? Posso já fazer o MEng na graduação?

Principais diferenças

Vamos falar primeiro dos Bacharelados, as siglas que começam com a letra “B”. O BSc em engenharia tem um caráter mais científico do estudo da engenharia, ou seja, o BSc em engenharia te apresenta mais pesquisa sobre os fundamentos teóricos e princípios da engenharia. Já o BEng é mais focado na parte profissional e vocacional das engenharias, ou seja, ele é um curso mais prático, enquanto os BSc tendem a ser mais teóricos, mas isto não quer dizer que não haja prática no BSc, afinal de contas quem estuda engenharia, seja em qual nível for, quer por a mão na massa! Tanto o BSc quanto o BEng são cursos de 3 anos, em geral. Já o MEng é um programa de 4 anos e por ter um ano a mais, ele oferece aos alunos uma qualificação mais alta. Mesmo sendo um curso de pós-graduação o MEng te dará o grau de “Master”, sendo por isso chamado de um advanced undergraduate program. Uma outra questão a se analisar é que os requisitos de entrada nos cursos podem variar e, em geral, para o MEng as exigências são mais altas.

Um fator importante a ser considerado é que para obter o registro no Engineering Council do Reino Unido como Engenheiro com todas as prerrogativas de um Chartered Engineer, você precisa ter um nível avançado de estudos, ou seja, além do bacharelado é necessário que você faça algum curso de pós-graduação. Neste caso existem praticamente dois caminhos a se escolher, um curso de graduação que seja registrado nas instituições profissionais de engenharia e depois fazer mais um mestrado na área, ou a segunda opção seria fazer a graduação com mestrado integrado, o MEng que acabamos de comentar. Lembrando que estamos falando no processo de obtenção do registro de Engenheiro no Reino Unido.

Claro que a escolha do curso é pessoal e cada um deve pensar em seus próprios desejos, requisitos e ambições. Contudo, uma boa escolha sempre passa por saber quais são as verdadeiras e reais opções diante de você, se você não sabe as opções como fará uma boa escolha? Bom, agora pelo menos você já sabe quais são as diferenças que estas letrinhas fazem na sua formação e no seu diploma!

Lisandra Matias – Jornalista
04/05/2020

Ganhar fluência num idioma estrangeiro, ter acesso a cursos que não existem no Brasil, construir um networking internacional e vivenciar a diversidade são alguns dos benefícios

Se fazer uma pós-graduação no Brasil já significa aprofundar conhecimentos, investir na atualização e ampliar habilidades e competências para uma melhor atuação profissional, se ela for realizada no exterior, os ganhos são ainda maiores.

Uma das grandes vantagens é adquirir fluência numa língua estrangeira. “No caso do inglês, por exemplo, considerado o idioma universal e a língua mundial dos negócios, é baixa a fluência do brasileiro. Então, é uma oportunidade excelente para isso e também para adquirir conhecimento dos termos técnicos de cada área de atuação”, diz Raimundo Sousa, diretor da OK Student Brasil , empresa de consultoria para estudantes brasileiros que querem ingressar numa universidade no Reino Unido.

Mais opções disponíveis

Estudar em outro país também pode significar a oportunidade de encontrar cursos que não existem no Brasil ou cuja oferta ainda está no início ou, ainda, feita de forma limitada. Isso pode ocorrer especialmente em determinadas áreas, consideradas profissões do futuro e que envolvem tecnologia da informação, como Cybersecurity and Digital Forensics, Cognitive Neuroscience and Psychology ou Law with Criminology. “A demanda por esses profissionais já é grande em todo o mundo e faltam pessoas especializadas. São áreas em que não há desemprego e os salários costumam ser bem superiores à média do setor” , observa Sousa.

Ampliar horizontes pessoais e profissionais

A construção de um networking mundial é outro benefício de cursar uma pós fora. Ao fazer um curso em uma universidades que tem alto nível de internacionalização, é possível estudar com pessoas de diferentes nacionalidades. “Isso é importante porque permite estabelecer contatos internacionais dentro da sua área profissional” , aponta o diretor.

A experiência no exterior proporciona, ainda, o conhecimento de outras culturas e maneiras de pensar e o convívio com a diversidade. “Tudo isso somado é uma tremenda valorização do currículo e da bagagem de vida , para que a pessoa consiga alcançar situações mais vantajosas acadêmica e profissionalmente”.

Lisandra Matias – Jornalista

Período pode ser propício para a pesquisa e reflexão, o que demanda tempo e tranquilidade; definição do curso, da universidade e da cidade são escolhas estratégicas

Quem deseja estudar no exterior, mas precisou adiar os planos por causa da pandemia no novo coronavírus, pode aproveitar a possibilidade de tempo ocioso da quarentena para se organizar e preparar a viagem para quando a situação se normalizar.

A escolha da cidade, do país, do tipo de curso e da instituição de ensino são decisões importantes a serem tomadas e requerem muita pesquisa e reflexão. “É preciso tranquilidade para conseguir se desligar um pouco das coisas do dia a dia e poder pensar nessas questões de forma mais aprofundada”, diz Raimundo Sousa, diretor da OK Student Brasil , empresa de consultoria para estudantes brasileiros que querem ingressar numa universidade no Reino Unido.

Para quem vai fazer cursos mais longos, como uma graduação ou pós pós-graduação, essa definição envolve ainda um questionamento sobre escolha profissional e o que a pessoa projeta para o seu futuro. “Como é um investimento alto, em termos de tempo e dinheiro, essa escolha precisa ser muito criteriosa e cuidadosa.”

Universidade

Uma vez decidido o tipo de curso, o próximo passo é considerar a universidade. No Reino Unido, por exemplo, são mais de 700 instituições que ministram cursos de graduação e pós-graduação , 130 delas de qualidade reconhecida, presentes nos principais rankings nacionais e internacionais de educação superior. A escolha vai depender também da aceitação da Universidade em função do histórico escolar e do currículo do candidato.

Cidade

A definição da cidade é outra questão estratégica, pois é recomendado que o estudante tenha alguma identificação com o local onde vai morar durante todo o tempo do curso. Para isso, deve considerar também suas preferências — por exemplo, se gostaria de viver numa localidade mais tranquila ou agitada, num grande centro urbano ou numa cidade menor, próxima ao litoral ou de interesse histórico.

Alojamento

Esse planejamento deve prever ainda o tipo de alojamento que se pretende e o valor que será gasto. De acordo com Sousa, o preço de um mesmo curso pode variar mais de 50% , assim como o custo de vida de uma cidade para outra pode oscilar em 30% . O mesmo ocorre com o valor dos alojamentos. E, em relação ao transporte, ele lembra que em algumas cidades ele pode ser gratuito. “Há muitos aspectos a ser considerados ao programar estudar no exterior. O período de isolamento social pode ser um momento adequado para essa reflexão”, finaliza o diretor.

Valéria Mateus – Diretora Executiva da OK Student Brasil

Ainda não tem certeza sobre como escolher seu curso?

Com milhares de opções de cursos, como escolher o certo? Primeiramente, você precisa ter com clareza a área profissional que pretende seguir. Parece uma missão quase impossível, mas, felizmente, não é. Seguindo um processo organizado, você aumentará suas chances de tomar uma boa decisão.

Auto-avaliação

Antes de partir para a escolha da profissão certa, você precisa conhecer-se a si mesmo. Os seus valores, os seus interesses, as suas habilidades pessoais e aptidões, alinhados ao seu tipo de personalidade, tornam algumas profissões adequadas e outras não.

Para coletar informações sobre o seu perfil use ferramentas de auto-avaliação, faça testes vocacionais e de aptidão profissional e, em seguida, crie uma lista de ocupações que se encaixam melhor com você. Ainda há a opção de aconselhamento de profissionais especializados que podem orientá-lo neste processo. A OK Student não faz orientação vocacional, mas nossos consultores têm formação adequada e experiência para ajudá-lo a encontrar o curso perfeito para seus objetivos, conheça os serviços oferecidos.

Faça uma lista de profissões para pesquisar

Provavelmente, neste momento, você terá várias listas de profissões à sua frente, geradas por cada uma das ferramentas. Junte todas as profissões em uma lista apenas.

Primeiro, separe as profissões que aparecem em várias listas sob o título “Profissões a serem exploradas”. Suas auto avaliações indicaram que são uma boa opção, portanto vale a pena pesquisar mais sobre elas.

Em seguida, identifique outras profissões que despertam seu interesse. Podem ser profissões que você tenha pouco conhecimento e deseje saber mais a respeito. Inclua também profissões que sejam desconhecidas, pois poderá aprender algo inesperado.

Explore as profissões em sua lista

Neste ponto, você terá restringido sua lista em torno de dez a vinte opções. Agora, procure obter informações básicas sobre cada uma delas.

Procure a descrição de funções e requisitos educacionais, de treinamento e de licenciamento. Pesquise as perspectivas futuras da profissão, pois algumas correm o risco de desaparecer ou perder relevância. Use dados oficiais do mercado de trabalho para obter informações sobre salários e perspectivas de emprego.

Crie uma lista curta

Com mais informação em mãos, restrinja sua lista ainda mais. Baseando-se no conhecimento adquirido com as suas pesquisas, comece a eliminar as carreiras que não deseja seguir adiante. Você deve terminar entre duas e cinco ocupações nesta sua lista curta.

Se os motivos para encontrar uma carreira inaceitável não são negociáveis, exclua da sua lista. Remova todas as profissões que tenham tarefas que não lhe agradam. Elimine profissões com perspectivas baixas de emprego. Livre-se de qualquer ocupação na qual não esteja disposto a cumprir os requisitos de formação, ou se não tiver algumas das habilidades necessárias para ter sucesso nela.

Entreviste profissionais

Quando você tiver apenas algumas profissões restantes em sua lista, parta para uma pesquisa mais aprofundada. Procure entrevistar profissionais da área em que você está interessado. Eles podem fornecer informações mais detalhadas sobre as profissões que estão em sua seleção final. Acesse algumas redes (LinkedIn por exemplo) para encontrar as pessoas para fazer essas entrevistas.

Escolha a sua profissão

Finalmente, depois de toda sua pesquisa, você provavelmente estará pronto para fazer sua escolha. Opte pela profissão que você acredita trazer mais satisfação com base em todas as informações coletadas. Perceba que você poderá mudar a sua decisão a qualquer momento da sua vida, e será um erro continuar fazendo algo que não lhe estiver dando prazer. Fazer o que gosta representa 50% de chances de você ser bem-sucedido.

Estabeleça os seus objetivos

Depois de tomar a decisão sobre a profissão a seguir, trace suas metas de curto e longo prazo. Isso o ajudará a definir o caminho para conquistar o seu objetivo profissional. As metas de longo prazo normalmente levam de três a cinco anos para serem alcançadas, enquanto as de curto prazo podem ser cumpridas dentro de seis meses a três anos.

Na sua pesquisa, você deve ter anotado a formação acadêmica que precisa adquirir e outras necessidades complementares. Se você não tiver todos os detalhes, aprofunde mais a sua pesquisa. Depois de ter todas as informações, defina as suas metas. Um exemplo de uma meta de longo prazo seria concluir sua formação acadêmica. Os objetivos de curto prazo podem incluir a inscrição em faculdades e em programas de treinamento e estágios.

Elabore um plano de ação de carreira

Trata-se de um documento escrito onde você estabelece todas as etapas que se propõe cumprir para alcançar os seus objetivos. Pense nisso como um roteiro que o levará do ponto A ao B, depois do C ao D. Anote todas as suas metas de curto e longo prazo, além das etapas que você precisará seguir para alcançar cada uma delas. Inclua também os desafios que possam atrapalhar a conquista de seus objetivos – e as maneiras de superá-los.

Isso pode parecer muito trabalho – e é. Mas é muito mais fácil criar uma carreira e atingir um objetivo quando você sabe o que deseja. Ao tomar essas medidas com antecedência, você economizará muito esforço.

O curso certo

Fazer o curso certo poderá ajudá-lo a alcançar seus objetivos mais facilmente. Será a chave para você fazer o que gosta de verdade, sentir-se realizado e ser mais feliz. Mas como encontrar o curso certo em meio a uma oferta tão grande?

Sim, são milhares de cursos. Mais de 35.000 opções de graduação e mais de 8.000 de pós-graduação disponibilizados por mais de 125 universidades. Alguns você nem imagina existir, logo, jamais os procuraria. Para imaginar este cenário, observe o exemplo de uma pesquisa de curso de graduação em Matemática. Encontramos cerca de 1.500 opções, algumas podem parecer bem estranhas, mas, com certeza, são perfeitas para alguém:

  • Business and Mathematics
  • Mathematics with Economics
  • Mathematics and Computer Science
  • Education and Mathematics
  • Mathematics and Statistics
  • Mathematics and Physics
  • Accountancy and Mathematics
  • Mathematics and Philosophy
  • Actuarial Mathematics
  • Financial Mathematics and Statistics
  • Mathematics with Financial Mathematics
  • Mathematics with Computing
  • Computing and IT and Mathematics
  • Mathematics and Meteorology
  • Chemistry with Mathematics
  • Physics with Mathematics Education with QTS
  • Science Technology Engineering & Mathematics (Building Stream) (STEM)
  • Science Technology Engineering & Mathematics (Computing Stream) (STEM)
  • Science Technology Engineering & Mathematics (Environmental Stream) (STEM)
  • Discrete Mathematics

Na OK Student você encontrará consultoria acadêmica, prestada por profissionais com formação adequada, “experts” em encontrar o curso perfeito que se encaixe com o sonho de cada um.


Carolina Duarte, aluna da Solent University, no Reino Unido, conta como se planejou financeiramente para estudar fora e como controla os gastos do dia a dia

Por Lisandra Matias

Estudar fora exige planejamento financeiro, pois envolve várias despesas importantes, como custo do curso e da acomodação, além dos gastos do dia a dia para se manter em outro país. Mas, atitudes simples podem ajudar a economizar e a lidar com o orçamento. A estudante Carolina Duarte, de 25 anos, que faz graduação no Reino Unido, dá algumas dicas de como se organizar e poupar antes e durante o período de estudos no exterior. Ela cursa o terceiro ano de Produção de Mídia, na Solent University, em Southampton, na costa sul da Inglaterra.

Carolina conta que sempre foi bastante organizada e que gosta de se planejar com antecedência para as diferentes situações. Quando decidiu estudar no Reino Unido, como já trabalhava, ela passou a reservar uma quantia do seu salário por mês, durante um ano e meio. “Pensando na graduação que eu queria fazer fora, eu tentava juntar cerca de 90 libras mensais. Quando não era possível chegar nesse valor, eu guardava o quanto eu conseguia e, no mês seguinte, tentava repor. Claro que isso vai depender muito de cada pessoa e do seu contexto de vida, mas meu conselho é tentar guardar o que for possível para cada um, pois, com certeza, isso vai ajudar muito”.

A estudante ressalta que, quando se está economizando uma quantia por mês, sempre fica a impressão que não se tem o dinheiro suficiente ou que era preciso juntar mais. “Imaginamos que nunca chegaremos à quantia perfeita. Mas, o que a pessoa conseguiu juntar já é um grande passo.”

Uma vez no país de destino, ela sugere ter uma quantia guardada para alguma emergência, o que dá mais segurança e tranquilidade ao estudante. Outra dica é controlar as despesas mês a mês para saber exatamente quanto está sendo gasto e com quê — por exemplo, em alimentação, lazer ou material de estudo. Isso pode ser feito por meio de um arquivo ou planilha de excel, que vai somando automaticamente os gastos, de modo a se ter uma visão geral do orçamento.

Em relação a compras, aprender a distinguir o que é necessário adquirir naquele momento e o que pode ser deixado para depois também é um exercício interessante para quem quer economizar. “Muitas vezes, as pessoas saem de casa e querem fazer aquilo que têm vontade, sem pensar muito na realidade da sua condição financeira e nas suas responsabilidades. Uma camiseta que você gostou, por exemplo, é algo que dá para deixar para um segundo momento. Tendo esse pensamento, dá para conciliar as coisas, ou seja, se divertir e pagar as contas.”

Trabalhar enquanto estuda é outra possibilidade. Carolina tem um trabalho part-time onde atua como supervisora de um restaurante localizado em um hotel. “Além de ajudar a pagar as contas, é algo muito importante para o desenvolvimento pessoal, pois envolve a questão da responsabilidade, da independência financeira, da autoconfiança e da autoestima.”

Até na hora do lazer também é possível optar por programas mais econômicos. A estudante conta que há muitos museus gratuitos na Inglaterra e que há o costume de fazer picnics em parques, nas cidades onde o clima é mais quente, ou se encontrar nas áreas de convivência dos alojamentos estudantis. “Nessas situações, também dá para economizar ao comprar algo para comer no supermercado. Enfim, sempre há alguma saída. Tudo vai depender também da criatividade de cada um. Com um pouquinho de esforço, dedicação e tranquilidade, tudo se alcança, tudo se consegue”.

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