Conheça as personalidades que já passaram pela mais antiga universidade de língua inglesa

Você sabe o que Barack Obama, Stephen Hawking, Boris Johnson e Malala Yousafzai têm em comum? Apesar de atuarem em áreas e países diversos, todos estudaram e se formaram em Oxford, a mais antiga universidade inglesa.

Fundada em 1.090, a Universidade de Oxford figura entre uma das melhores universidades do mundo e conta com 24 mil alunos (43% deles vindos de outros países) distribuídos em 250 cursos de graduação.

Reconhecida mundialmente, a universidade é destaque em pesquisas científicas e, recentemente, foi palco do desenvolvimento de uma das vacinas contra o coronavírus. Pedro Folegatti, médico brasileiro, doutorado em Oxford, foi um dos líderes das pesquisas de testes da vacina e ganhou notoriedade por fazer parte da equipe.

Se você pretende pleitear uma vaga em Oxford, a OK Student pode lhe ajudar em todo o processo, desde a escolha dos cursos, até a confecção da carta de motivação, certificado de proficiência e comprovação de documentos e históricos.

Clique aqui e agende uma data com um dos nossos consultores.

Se você acha que o valor da Libra é um impeditivo para estudar no Reino Unido, vai se surpreender com o custo final dos investimentos em sua formação e saber que, sim, é possível

Todos os anos, Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte recebem cerca de 500 mil estudantes de 190 países atraídos pela cultura e diversidade de cursos que as universidades britânicas disponibilizam.

Estudar no Reino Unido tem muitas vantagens: acesso a mais de 130 melhores universidades do ranking e tempo menor para conclusão do curso, já que as graduações costumam ser de três anos e o mestrado de um ano. “Isso quer dizer que o aluno sai com graduação e pós no período de uma graduação no Brasil, o que permite uma economia significativa de tempo e dinheiro”, explica Valéria Mateus, diretora executiva da OK Student.

Com um investimento anual a partir de 18 mil libras, o estudante já pode se candidatar em uma das universidades do Reino Unido e também sua acomodação pelo período em que estiver estudando. Além disso, os estudantes internacionais têm permissão para trabalhar até 20 horas semanais e contam com acesso ao sistema de saúde público, o que garante ainda mais economia.

OK Student faz toda a assessoria necessária para que você possa encontrar o melhor curso, a melhor universidade e o melhor plano de estudos para você.

Clique aqui e fale com um dos nossos consultores agora mesmo.

Veja quais são os passos fundamentais para conseguir realizar sua graduação ou pós-graduação na Inglaterra

O sonho de estudar no Reino Unido fica cada vez mais perto com a consultoria da OK Student, mas, para que tudo saia corretamente, é necessário seguir todos os passos a seguir, que facilitarão todo o processo.

O ano letivo na Europa se inicia em setembro, mas é importante que você dê o passo inicial com antecedência para que possa atender em tempo todos os pré-requisitos para sua admissão:

  1. Depois de definir seu curso e verificar as universidades que o disponibilizam, é essencial preparar o Personal Statement (carta de motivação), que a OK Student orienta e revisa para que esteja nos padrões adotados pelas universidades.
  2. Para enviar sua candidatura às universidades escolhidas, é necessário já estar com todos os documentos obrigatórios em mãos, como passaporte válido, certificados de conclusão do ensino médio ou de graduação, certificado do IELTS e as cartas de recomendação.
  3. Após o envio, basta aguardar o retorno das universidades com a sua Unconditional Offer.
  4. Com a universidade escolhida, agora você também já pode se candidatar ao alojamento, tirar seu visto de estudante e se preparar para sua nova realidade: estudar no Reino Unido.

A hora é agora. Quer estudar nas universidades do Reino Unido? Então clique aqui e fale com um de nossos consultores.

Para encurtar a comunicação com estudantes brasileiros, a OK Student cria projeto online para divulgar oportunidades de estudo no Reino Unido.

Reunir estudantes do Norte ao Sul do país e transmitir informações relevantes sobre o passo a passo de como estudar no Reino Unido estão entre as principais razões para a OK Student criar o Projeto OK Talk To Students que, mensalmente, contará com palestras online destinadas para professores, pais e estudantes do ensino médio, com o intuito de abordar temas importantes sobre morar e estudar em universidades do Reino Unido.

Mitos e Verdades sobre estudar no UK: sistema de ensino, investimento e cultura. Esse é o tema da primeira palestra, que acontecerá no dia 3 de fevereiro, e será ministrada pela psicopedagoga, Tatiana Castro, e pela psicóloga, Mariana Calbucci, que trarão informações importantes sobre o sistema de educação britânico e aspectos culturais, esclarecendo as principais dúvidas e curiosidades dos estudantes brasileiros.

O encontro será realizado virtualmente às 17h. Para participar e ter acesso a todo o conteúdo, clique aqui e faça sua inscrição agora mesmo.

Aproveite esta oportunidade para começar a traçar os planos de sua graduação no Reino Unido e fique ainda mais próximo dos seus objetivos.

Lisandra Matias – Jornalista

18/10/2020

Há vários aspectos que o estudante deve considerar nesse processo, como o leque de graduações oferecidas e as possibilidades de diferentes ênfases e abordagens; consultor da OK Student dá algumas orientações nesse sentido

No momento da escolha do curso e da universidade no exterior, é muito importante se informar sobre as opções existentes, analisá-las e compará-las. No Reino Unido, por exemplo, há mais de 40 mil cursos de graduação.

“Para além das formações clássicas em negócios, marketing, direito, ciências biomédicas e engenharia, há cursos que o estudante pode nem fazer ideia que existem. Daí a necessidade de conhecer para poder tomar essa decisão com consciência e segurança”, diz João Almeida, 27 anos, consultor da OK Student, em Lisboa, Portugal. Ele mesmo passou pela experiência de estudar na Inglaterra, onde cursou Gestão Turística Internacional na Middlesex University, em Londres, de setembro de 2013 a maio de 2016.

Para mostrar a relevância dessa pesquisa aprofundada, ele conta o caso de uma estudante que gostava da área de direitos humanos, sustentabilidade e de ajudar as pessoas. Ela havia pensado em Relações Internacionais, mas acabou optando por Disaster Management & Sustainable Practices depois de saber que havia essa opção. “Esse curso só é oferecido em uma universidade do Reino Unido. Sozinha e sem a ajuda de uma consultoria, possivelmente ela não chegaria nesse curso. “Às vezes, por não conhecerem ou não pesquisarem, os estudantes deixam de se candidatar a um curso que poderia ir ao encontro do que ele realmente quer.”

Como exemplos de cursos diferentes oferecidos no país, ele cita Surf Science & Technology, Golf Management e Contemporary Circus and Physical Performance. Também há os chamados cursos do futuro, com grande potencial de empregabilidade, entre eles Ethical Hacking, Artificial Intelligence, Data Analysis, Environmental Engineering, Outdoor Leadership e o próprio Disaster Management & Sustainable Practices.

O consultor explica que, mesmo em um curso mais tradicional, como Gestão Turística Internacional, o aluno pode escolher uma abordagem mais geral voltada ao turismo ou uma ênfase mais específica, como marketing, recursos humanos, eventos, hospitalidade, aviação ou sustentabilidade. Os cursos também podem variar de universidade para universidade. Não só em relação à ênfase, mas em termos de método de avaliação, plano curricular, acreditações e saídas profissionais.

Outro ponto importante é se o aluno busca uma graduação com abordagem mais teórica ou prática. Um mesmo curso, dependendo da instituição, pode contemplar, em relação à avaliação, apresentações, trabalhos em grupo, relatórios, questionários e entrevistas e projetos, enquanto outro ser à base de exames. O mesmo acontece em relação a estágio durante a graduação. Algumas universidades oferecem a possibilidade do aluno ter essa experiência em outro país e depois retornar e finalizar a graduação.

No processo de escolha, o estudante também deve atentar para as diferenças de preços. Dependendo da universidade e do curso, uma licenciatura pode variar de 11 a 20 mil libras por ano. Ao final de um período de três anos, que é a duração do curso, isso pode resultar numa economia significativa. “Não é por ser mais caro que o curso vai ser melhor ou pior, pois isso está relacionado ao tipo de estudante que a universidade procura angariar”, afirma João.

Para o consultor, todos esses fatores devem ser pesados no processo de escolha de um curso e da universidade. “O foco das universidades é a empregabilidade, e os alunos querem terminar o seu curso e conseguir um bom trabalho na área que gostam. Para isso é fundamental escolher o curso e a universidade certa”.

Lisandra Matias – Jornalista

18/10/2020

Instituição fundada em 1826, que tem feito importantes estudos sobre a Covid-19, reúne 29 ganhadores de Prêmios Nobel e possui mais da metade de seus alunos vindos de outros países

Diante da pandemia do novo coronavírus, universidades de todo o mundo têm direcionado suas pesquisas para compreender melhor os impactos relacionados à Covid-19 e conter o seu avanço. Nesse cenário, a University College London (UCL) tem contribuído com estudos para melhorar o diagnóstico e ajudar no desenvolvimento de uma vacina para a doença e também na divulgação de informações à população e às autoridades de saúde do Reino Unido e também do mundo.

Entre os principais estudos realizados pela UCL estão o desenvolvimento de um novo protocolo para o sequenciamento genético do novo coronavírus (em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz), a sua relação com possíveis danos cerebrais e uma das pesquisas (Virus Watch) mais abrangentes sobre transmissão e imunidade da Covid-19, realizada com 42 mil voluntários no Reino Unido.

A forte atuação da UCL no combate à Covid-19 fez com que a instituição ganhasse destaque na mídia. Mas, seus atributos vão além disso. Fundada em 1826, UCL é a universidade mais antiga da capital inglesa e pioneira em várias frentes. Foi a primeira na Inglaterra a ter mulheres na educação universitária, a receber estudantes de qualquer religião ou origem social e a ensinar inglês, alemão, química e engenharia.

Atualmente, suas 11 faculdades reúnem mais 43 mil alunos de cursos de graduação e de pós-graduação, em áreas diversas, que vão de engenharia, medicina e ciências ambientais e exatas, a ciências sociais aplicadas, artes e humanidades. Com 29 ganhadores de Prêmios Nobel e presente nas primeiras colocações dos principais rankings internacionais de educação e ciência, seu ensino e pesquisa são reconhecidos mundialmente pela excelência e impacto global. Entre os principais temas de estudo e ações estão neurociência e primeira infância, medidas de combate à fome, descobertas sobre o buraco negro e terapias genéticas.

A internacionalização é outra forte marca da UCL, que possui parcerias com instituições de todo o planeta. Mais da metade de seus alunos são estudantes internacionais, o corpo docente reúne professores de diferentes nacionalidades.

A UCL faz parte de uma federação de cerca de 20 instituições de ensino superior, reunidas sob o nome da University of London. Também integra o chamado Golden Triangle das universidades britânicas, que designa as mais prestigiadas instituições educacionais de Londres, Oxford e Cambridge, que inclui também Imperial College London, King’s College e London School of Economics and Political Science.

Lisandra Matias – Jornalista

18/10/2020

Carolina Duarte, aluna da Solent University, no Reino Unido, conta como se planejou financeiramente para estudar fora e como controla os gastos do dia a dia

Estudar fora exige planejamento financeiro, pois envolve várias despesas importantes, como custo do curso e da acomodação, além dos gastos do dia a dia para se manter em outro país. Mas, atitudes simples podem ajudar a economizar e a lidar com o orçamento. A estudante Carolina Duarte, de 25 anos, que faz graduação no Reino Unido, dá algumas dicas de como se organizar e poupar antes e durante o período de estudos no exterior. Ela cursa o terceiro ano de Produção de Mídia, na Solent University, em Southampton, na costa sul da Inglaterra.

Carolina conta que sempre foi bastante organizada e que gosta de se planejar com antecedência para as diferentes situações. Quando decidiu estudar no Reino Unido, como já trabalhava, ela passou a reservar uma quantia do seu salário por mês, durante um ano e meio. “Pensando na graduação que eu queria fazer fora, eu tentava juntar cerca de 90 libras mensais. Quando não era possível chegar nesse valor, eu guardava o quanto eu conseguia e, no mês seguinte, tentava repor. Claro que isso vai depender muito de cada pessoa e do seu contexto de vida, mas meu conselho é tentar guardar o que for possível para cada um, pois, com certeza, isso vai ajudar muito”.

A estudante ressalta que, quando se está economizando uma quantia por mês, sempre fica a impressão que não se tem o dinheiro suficiente ou que era preciso juntar mais. “Imaginamos que nunca chegaremos à quantia perfeita. Mas, o que a pessoa conseguiu juntar já é um grande passo.”

Uma vez no país de destino, ela sugere ter uma quantia guardada para alguma emergência, o que dá mais segurança e tranquilidade ao estudante. Outra dica é controlar as despesas mês a mês para saber exatamente quanto está sendo gasto e com quê — por exemplo, em alimentação, lazer ou material de estudo. Isso pode ser feito por meio de um arquivo ou planilha de excel, que vai somando automaticamente os gastos, de modo a se ter uma visão geral do orçamento.

Em relação a compras, aprender a distinguir o que é necessário adquirir naquele momento e o que pode ser deixado para depois também é um exercício interessante para quem quer economizar. “Muitas vezes, as pessoas saem de casa e querem fazer aquilo que têm vontade, sem pensar muito na realidade da sua condição financeira e nas suas responsabilidades. Uma camiseta que você gostou, por exemplo, é algo que dá para deixar para um segundo momento. Tendo esse pensamento, dá para conciliar as coisas, ou seja, se divertir e pagar as contas.”

Trabalhar enquanto estuda é outra possibilidade. Carolina tem um trabalho part-time onde atua como supervisora de um restaurante localizado em um hotel. “Além de ajudar a pagar as contas, é algo muito importante para o desenvolvimento pessoal, pois envolve a questão da responsabilidade, da independência financeira, da autoconfiança e da autoestima.”

Até na hora do lazer também é possível optar por programas mais econômicos. A estudante conta que há muitos museus gratuitos na Inglaterra e que há o costume de fazer picnics em parques, nas cidades onde o clima é mais quente, ou se encontrar nas áreas de convivência dos alojamentos estudantis. “Nessas situações, também dá para economizar ao comprar algo para comer no supermercado. Enfim, sempre há alguma saída. Tudo vai depender também da criatividade de cada um. Com um pouquinho de esforço, dedicação e tranquilidade, tudo se alcança, tudo se consegue”.

Lisandra Matias – Jornalista

17/10/2020

Ouvir e saber mais sobre a história desses grupos musicais, representativos da cultura britânica, é uma maneira de conhecer mais o país

Uma forma de se familiarizar com o idioma e conhecer melhor a cultura de um país é por meio de sua produção artística. Aqui separamos quatro bandas de rock representativas da cultura britânica e que deixaram sua marca na história. Confira de onde são seus integrantes, quais universidades frequentaram e os principais prêmios e reconhecimentos que conquistaram na região.

The Beatles

Reconhecida como a mais famosa e importante banda de rock de todos os tempos, foi formada em 1960, em Liverpool, cidade portuária situada no noroeste da Inglaterra. Lá nasceram seus quatro integrantes: John Lennon (vocal e guitarra), Paul McCartney (vocal e baixo), George Harrison (vocal e guitarra) e Ringo Starr (vocal e bateria). No Liverpool College of Art estudaram Lennon e Stuart Sutcliffe, baixista original da banda. Os Beatles se transformaram no maior fenômeno da história do rock, atraíram multidões por todos os países pelos quais passaram e venderem uma quantidade estimada em mais de seiscentos milhões de discos. Trouxeram muito ecletismo para suas composições, com influências da música erudita, da música indiana e de outras vertentes da cultura pop. Como tudo na carreira deles foi superlativo, foram multi premiados, incluindo diversos Ivor Novello Awards, prêmio concedido anualmente pela Academia Britânica de Compositores a músicos do Reino Unido.

The Rolling Stones

Essa banda lendária, criada em 1962, em Londres, mantém uma incrível capacidade de se perpetuar. Sua formação mais duradoura inclui os fundadores Mick Jagger e Keith Richards, além de Ron Wood e Charlie Watts. Influenciados por diversos gêneros musicais, como blues e country, vem inspirando outros grupos até hoje. Mick Jagger nasceu em Dartford, cidade próxima a Londres, e foi estudante da London School of Economics, onde cursou contabilidade e finanças. Premiadíssimos, os Rolling Stones levaram, entre outros, o London International Awards.

Queen

A banda também foi formada em Londres, a partir do trio Smile, durante os anos de 1968 e 1969. Composta pelos músicos Brian May (guitarrista), Freddie Mercury (vocalista), John Deacon (baixista) e Roger Taylor (baterista), ela atinge sucesso internacional a partir de 1975, após o lançamento da obra: A Night at the Opera, que inclui a faixa Bohemian Rhapsody. Freddie Mercury ganha destaque pela qualidade da sua voz, com uma potência semelhante a de cantores líricos. Antes de integrar a banda, os quatro músicos foram estudantes universitários. Freddie Mercury cursou design gráfico no Earling Art College, Brian May estudou física e Roger Taylor odontologia no Imperial College London, e John Deacon fez Engenharia Elétrica no Chelsea College. O Queen foi laureado com diversos prêmios, dentre eles o Brit Awards, importante prêmio da indústria fonográfica britânica.

Coldplay

A University College London (UCL) está na origem do Coldplay, banda formada em 1996 por Chris Martin, vocalista e pianista, que cursava grego, o guitarrista Jonny Buckland, estudante de matemática, o baterista Will Champion, que fazia antropologia, e o baixista Guy Berryman, que cursou engenharia. O grupo alcançou sucesso a partir do lançamento do álbum Parachutes, indicado para o Mercury Prize como melhor álbum do ano do Reino Unido e Irlanda, e também com A Rush of Blood to the Head, vencedor do álbum do ano pela New Musical Express (NME), respeitável revista musical do Reino Unido.

Lisandra Matias – Jornalista

16/10/2020

A formação oferecida varia de acordo com o tipo de instituição; estudante estrangeiro deve conhecer sistema de ensino e nomenclaturas para não se confundir

Para quem pensa em fazer uma graduação ou pós-graduação no exterior, uma dica importante é conhecer como se estrutura o sistema educacional no país de interesse, entender as possibilidades em cada nível de ensino e as nomenclaturas correspondentes. Uma dúvida clássica se refere à diferença entre estudar em um college ou em uma universidade.

No Reino Unido, após o nível secundário (que corresponderia ao Ensino Médio no Brasil), os alunos continuam os estudos em colleges ou universidades. Os colleges equivalem, mais ou menos, às faculdades e aos institutos brasileiros. Eles oferecem uma formação mais focada em habilidades práticas e qualificações específicas para atuar em um determinado setor de atividade.

Essa formação mais voltada para um campo de interesse permite que o estudante ingresse no mercado de trabalho de forma mais rápida. Os cursos também têm uma duração mais curta — em geral, de um a dois anos. Mas esse período também pode funcionar como uma preparação acadêmica para entrar na universidade.

Outras vantagens em cursar um college são o custo mais baixo e uma estrutura mais flexível, incluindo cursos de meio período. Eles se destacam, sobretudo, em áreas como administração, direito, educação, artes, mídia e tecnologia.

As universidades, por sua vez, oferecem uma variedade maior de cursos de graduação (mais teóricos e mais generalistas em relação aos colleges) e de pós-graduação, como mestrados e doutorados. Também desenvolvem pesquisa, permitindo um maior aprofundamento dos alunos em suas áreas de estudo.

No entanto, vale lembrar que a denominação “college” também diz respeito à organização das duas mais tradicionais e renomadas universidades britânicas: Oxford e Cambridge. Elas se estruturam em torno de um modelo de instituições independentes e autogovernadas, o que está relacionado às suas origens — historicamente, elas surgiram a partir da união de diferentes instituições. Mas, no caso, eles oferecem formação universitária mesmo, assim como instituições que têm a palavra “college” em seu nome, mas são universidades, caso do Imperial College London.

Lisandra Matias – Jornalista

16/10/2020

Curso, que pode ser uma exigência da instituição ou escolha do aluno, é voltado para nivelar e adaptar os estudantes internacionais ao sistema educacional do Reino Unido

O foundation year é o “ano zero” dos cursos de graduação no Reino Unido. Consiste em um ano preparatório para nivelar os estudantes internacionais ao sistema educacional britânico e ajudá-los a desenvolver as habilidades e os conhecimentos necessários para ingressar no ensino superior. Eles também cumprem um papel importante na adaptação dos alunos estrangeiros à vida acadêmica e cultural do país.

Esses programas destinam-se aos estudantes que não atendem aos requisitos mínimos para serem admitidos diretamente no primeiro ano da graduação ou desejam se preparar melhor, tanto nas disciplinas básicas do curso quanto em relação ao nível de inglês. Costumam, ainda, ser oferecidos a quem está fora do sistema de ensino há muitos anos e quer voltar a estudar para obter um diploma universitário. Assim, podem ser uma exigência da universidade ou uma escolha voluntária do estudante.

O ano preparatório é oferecido pelas próprias universidades ou por colégios associados, geralmente localizados no campus universitário. Neste caso, os alunos são considerados estudantes com pleno direito à universidade e podem fazer uso de todas as instalações.

Há, basicamente, dois tipos de programa. Os mais genéricos dão acesso a diferentes cursos de uma determinada área e são compostos de duas ou três disciplinas principais e, em geral, o aluno pode escolher uma disciplina opcional. São indicados para quem ainda não se decidiu por um curso e precisa de mais conhecimentos para ajudar nessa definição. Já os mais específicos são direcionados a determinadas graduações. Normalmente, recebem a denominação de curso prolongado, pois integram o ano preparatório ao curso escolhido.

Ao fim do foundation year, se aprovado, o aluno pode ter progressão automática para o primeiro ano do curso universitário. Em alguns casos, no entanto, essa passagem não é garantida, e a admissão precisa ser solicitada.